MATERIAS





LISTA DE TIPOS DE BIP DE BIOS E SEUS SIGNIFICADOS.


CÓDIGOS DE BIPS DAS BIOS

1 BIP CURTO:
Este é um Bip feliz emitido pelo BIOS quando o POST é executado com sucesso. Caso o seu sistema esteja inicializando normalmente e você não esteja ouvindo este Bip , verifique se o speaker está ligado à placa mãe corretamente.


1 BIP LONGO:
Falha no Refresh (refresh Failure) : O circuito de refresh da placa mãe está com problemas, isto pode ser causado por danos na placa mãe ou falhas nos módulos de memória RAM


1 BIP LONGO E 2 BIPS CURTOS:
1 BIP LONGO E 3 BIPS CURTOS:
Falha no Vídeo: Problemas com o BIOS da placa de vídeo. Tente retirar a placa, passar borracha de vinil em seus contatos e recolocá-la, talvez em outro slot. Na maioria das vezes este problema é causado por mau contato.


2 BIPS CURTOS:
Falha Geral: Não foi possível iniciar o computador. Este problema é causado por uma falha grave em algum componente, que o BIOS não foi capaz de identificar. Em geral o problema é na placa mãe ou nos módulos de memória.


2 BIPS LONGOS:
Erro de paridade: Durante o POST, foi detectado um erro de paridade na memória RAM. Este problema pode ser tanto nos módulos de memória quanto nos próprios circuitos de paridade. Para determinar a causa do problema, basta fazer um teste com outros pentes de memória. Caso esteja utilizando pentes de memória sem o Bit de paridade você deve desativar a opção "Parity Check" encontrada no Setup.

3 BIPS LONGOS:
Falha nos primeiros 64 KB da memória RAM (Base 64k memory failure) > Foi detectado um problema grave nos primeiros 64 KB da memória RAM. Isto pode ser causado por um defeito nas memórias ou na própria placa mãe. Outra possibilidade é o problema estar sendo causado por um simples mal contato. Experimente antes de mais nada retirar os pentes de memória, limpar seus contatos usando uma borracha de vinil (aquelas borrachas plásticas de escola) e recoloca-los com cuidado.


4 BIPS LONGOS:
Timer não operacional: O Timer 1 não está operacional ou não está conseguindo encontrar a memória RAM. O problema pode estar na placa mãe (mais provável) ou nos módulos de memória.


5 BIPS:
Erro no processador: O processador está danificado, ou mal encaixado. Verifique se o processador está bem encaixado, e se por descuido você não esqueceu de baixar a alavanca do soquete Zif (acontece nas melhores famílias :-)


6 BIPS:
Falha no Gate 20 (8042 - Gate A20 failure): O gate 20 é um sinal gerado pelo chip 8042, responsável por colocar o processador em modo protegido. Neste caso, o problema poderia ser algum dano no processador ou mesmo problemas relacionados com o chip 8042 localizado na placa mãe


7 BIPS:
Processor exception (interrupt error): O processador gerou uma interrupção de exceção. Significa que o processador está apresentando um comportamento errático. Isso acontece às vezes no caso de um overclock mal sucedido. Se o problema for persistente, experimente baixar a freqüência de operação do processador. Caso não dê certo, considere uma troca.




8 BIPS:
Erro na memória da placa de vídeo (display memory error) : Problemas com a placa de vídeo, que podem estar sendo causados também por mal contato. Experimente, como no caso das memórias, retirar a placa de vídeo, passar borracha em seus contatos e recolocar cuidadosamente no slot. Caso não resolva, provavelmente a placa de vídeo está danificada.


9 BIPS:
Erro na memória ROM (rom checksum error): Problemas com a memória Flash, onde está gravado o BIOS. Isto pode ser causado por um dano físico no chip do BIOS, por um upgrade de BIOS mal sucedido ou mesmo pela ação de um vírus da linhagem do Chernobil.

10 BIPS:
Falha no CMOS shutdown register (CMOS shutdown register error): O chamado de shutdown register enviado pelo CMOS apresentou erro. Este problema é causado por algum defeito no CMOS. Nesse caso será um problema físico do chip, não restando outra opção senão trocar a placa mãe.


11 BIPS:
Problemas com a memória cache (cache memory bad): Foi detectado um erro na memória cache. Geralmente quando isso acontece, o BIOS consegue inicializar o sistema normalmente, desabilitando a memória cache. Mas, claro, isso não é desejável, pois deteriora muito o desempenho do sistema. Uma coisa a ser tentada é entrar no Setup e aumentar os tempos de espera da memória cache. Muitas vezes com esse "refresco" conseguimos que ela volte a funcionar normalmente.


CÓDIGOS BIP DA BIOS AMI
BIPS: NENHUM.
Problema: deverá sempre ouvir um bip no boot. Nenhum som quer dizer que existe um problema na coluna, na motherboard ou que uma fonte de alimentação está estragada.
Solução: verifique as ligações da coluna e da fonte de alimentação. Faça as substituições necessárias. Se isto falhar, substitua a motherboard.


BIPS: UM CURTO.
Problema: refresh da RAM; interrupção no relógio ou problemas no controlador.
Solução: substitua a motherboard.

BIPS: DOIS CURTOS OU TRÊS CURTOS.
Problema: indica problemas de memória. Se tiver imagem, procure mensagens de erro.
Solução: verifique se os chips de memória estão bem presos ou substitua a memória.

BIPS: QUATRO CURTOS.
Problema: avaria do relógio do sistema.
Solução: substitua a motherboard.

BIPS: CINCO CURTOS.
Problema: avaria da CPU.
Solução: substitua o processador.

BIPS: SEIS CURTOS.
Problema: erro do teclado.
Solução: substitua o mesmo. Se continuar, o chip pode precisar de ser substituído. Se persistir, substitua a motherboard.

BIPS: SETE CURTOS.
Problema: erro do CPU.
Solução: substitua o CPU e/ou a motherboard.


BIPS: OITO CURTOS.
Problema: avaria da placa gráfica.
Solução: veja se a placa gráfica está bem presa e tente outra vez – se persistir, substitua a placa.


BIPS: NOVE CURTOS.
Problema: erro de ROM checksum. A ROM da BIOS está danificada.
Solução: substitua a ROM da BIOS. Talvez seja mais fácil substituir a motherboard.


BIPS: DEZ CURTOS.
Problema: algo se passa com o CMOS.
Solução: substitua a motherboard.


BIPS: ONZE CURTOS.
Problema: avaria de memória cache L2. O seu PC desligou-a.
Solução: substitua a memória cache L2 e, se necessário, a motherboard.


BIPS: UM LONGO, TRÊS CURTOS.
Problema: falha no teste de memória RAM, durante os primeiros 64K.
Solução: substitua a RAM e, se necessário, a motherboard.


BIPS: UM LONGO, OITO CURTOS.
Problema: erro no monitor. Avaria da placa gráfica.
Solução: substitua-a. Se isto falhar, substitua a motherboard ou tente usar um adaptador numa slot PCI


CÓDIGOS BIP DA PHOENIX
BIPS: 1,1,3.
Problema: falha no CMOS.
Solução: substitua a motherboard.


BIPS: 1,1,4.
Problema: falha da BIOS.
Solução: substitua-a. Pode ser mais fácil substituir a motherboard.


BIPS: 1,2,1.
Problema: relógio.
Solução: substitua a motherboard.


BIPS: 1, 2,2 OU 1,2,3 OU 1,3,1 OU 1,3,4 OU 1,4,1 OU 4,2,1 OU 4,3,1 OU 4,3,2 OU 4,3,3.
Problema: erro da motherboard.
Solução: substitua a motherboard.


BIPS: 1,3,3.
Problema: memória.
Solução: volte a colocar ou substitua a RAM.


BIPS: 1,4,2.
Problema: falha da memória.
Solução: Teste e substitua a RAM.


BIPS: 2, QUALQUER SOM.
Problema: quaisquer bips depois de dois indicam problemas de memória.
Solução: corra um utilitário de verificação de memória (se puder) e depois substitua a sua RAM, se necessário.


BIPS: 3,1, QUALQUER SOM.
Problema: a sua motherboard tem um chip defeituoso.
Solução: substitua a motherboard.


BIPS: 3,2,4.
Problema: erro do controlador do teclado.
Solução: substitua o teclado, o chip controlador ou a motherboard.


BIPS: 3,3,4.
Problema: não há placa gráfica.
Solução: volte a colocar ou substitua a placa gráfica.


BIPS: 4,2,2 OU 4,2,3.
Problema: falha do teclado.
Solução: substitua o teclado. Se persistir, o problema é a motherboard. Substitua-a.

BIPS: 4,2,4.
Problema: placa de expansão.
Solução: Remova todas as placas de expansão e depois coloque-as uma a uma até encontrar a defeituosa. Depois substitua-a.


BIPS: 4,3,4.
Problema: erro de relógio.
Solução: reponha o relógio da motherboard usando o programa de setup. Substitua a bateria do CMOS, se for necessário. Se isso falhar, substitua a fonte de alimentação.


BIPS: 4,4,1 OU 4,4,2.
Problema: erro da porta série.
Solução: use o manual da motherboard para desligar as portas série e acrescente uma placa I/O para as substituir.


BIPS: 4,4,3.
Problema: co-processador matemático avariado.
Solução: use um programa de diagnósticos de baixo nível para confirmar a origem do problema. Depois desligue-o, pode – se provavelmente passar sem ele.


BIPS: UM LONGO.
Problema: algo se passa com a memória.
Solução: remova a RAM e volte a colocá-la.

BIPS: UM LONGO, DOIS CURTOS OU UM LONGO E TRÊS CURTOS.
Problema: placa gráfica ou a memória desta última.
Solução: substitua a placa gráfica ou a sua memória.

BIPS: CONTÍNUO.
Problema: isto é causado normalmente por um problema de memória, mas também pode indicar problemas de vídeo.
Solução: volte a colocar ou substitua a memória e/ou a placa gráfica. 


velete sempre



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 OMEGA JBS

No mundo da informática quem sabe ensina
Elaborado Por
João Bernardo Simão, Ricardo Jaime Mussenga Joaquim João ventura

 
COMO INSTALAR O WINDOWS XP

Veja como formatar o seu HD e siga os passos para instalar correctamente o Windows XP na sua máquina.
Depois de saber qual a hora certa de formatar o HD e prepará-lo correctamente para a instalação do sistema operacional, chegou a hora de aprender como instalar o Windows. O primeiro da série que o Superdownloads está preparando ao longo destas semanas é o Windows XP.
Apesar de ter sido lançado pela Microsoft em 2001, o Windows XP ainda é muito utilizado, sobretudo no Brasil. Para quem faz parte deste grupo, basta seguir as etapas a seguir para reinstalar o sistema operacional.
- Antes de tudo, você deverá entrar na BIOS e configurá-la para dar o primeiro Boot pelo drive de CD. Para isso, aperte repetidamente a tecla Delete assim que ligar o computador. Cada placa mãe possui uma tela da BIOS diferente, mas no geral são semelhantes na hora de usar. Salve as mudanças e saia da BIOS;
- Reinicie o computador com o disco do Windows XP no drive. A mensagem abaixo surgirá na tela. Aperte qualquer tecla para iniciar a instalação.


 - A instalação do Windows XP carregará todos os drivers. Você pode conferir no rodapé da tela o andamento do processo. Espere até o próximo passo, que não demorará;
Adicionar legenda

 
- Aperte [Enter] na tela seguinte para continuar;






- Termo de compromisso: aperte [Page Down] para rolar o texto e lê-lo. Caso queira passar para a próxima parte, aperte a tecla F8;


- Passo essencial da instalação. É nesta etapa que o usuário organiza suas partições no disco rígido. Veja nas matérias relacionadas como particioná-lo de maneira simples. Caso não tenha feito isso antes, use a própria ferramenta da instalação. Aperte D para deletar uma partição e C para criar uma nova. As informações a respeito do tamanho de cada uma delas devem ser colocadas manualmente. Quando terminar de criá-las, aperte [Enter] para instalar o Windows XP na partição escolhida. Importante: As tamanhas das partições são calculadas em MB;
- A seguir, você deverá escolher o modo de formatação do disco rígido antes de prosseguir com a instalação do Windows XP. Defina FAT ou NTFS e prossiga;



 
- Com a cópia concluída, espere pela reinicialização do computador para continuar com a instalação do Windows;



 - Na tela de opções regionais e de idioma, clique em avançar para prosseguir. Caso seja necessário, mude o modelo do teclado.



- Defina um nome para seu computador e, se necessário, coloque uma senha para o administrador do sistema;


     - É provável que Data e Hora já estejam corretas. Prossiga;



 










- Na tela de selecção de Configuração de Rede, escolha a Típica para que o próprio Windows XP instale as opções mais comuns;


 







    

- Agora você deverá esperar mais alguns minutos para que o Windows XP termine a instalação;





 






    



- O Windows será reiniciado;


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- O Windows XP detectará a resolução do monitor. Clique em OK para prosseguir;

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- Defina todos os usuários do computador. Desta maneira, cada um deles terá um ambiente de trabalho diferente;







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- Seu Windows está instalado e pronto para ser usado. Aproveite!


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Nas próximas semanas o Superdownloads continuará com a série da formatação e mostrará como instalar o Windows Vista e Windows 7.
PREPARE SEU HD PARA A FORMATAÇÃO

Veja como particionar seu HD antes de formatá-lo e instalar novamente o Windows usando o programa grátis GParted
Quando o Windows começa a apresentar diversos erros que não são corrigidos nem com procedimentos de manutenção, é hora de formatar o computador e começar tudo de novo, como mostra a matéria da semana passada do Superdownloads.
Existem duas maneiras para isso. A primeira pode ser feita antes da reinstalação do sistema operacional, a partir da ferramenta nativa do disco. Com esta ferramenta, o usuário pode particionar seu HD da maneira que achar mais conveniente.



O outro modo para se particionar e preparar seu disco rígido antes da instalação do Windows, ou outro sistema operacional, é por meio de um aplicativo. O GParted é um grande nome para este fim, já que é compatível com Linux, Mac OS X e Windows e possui boa aceitação entre os usuários do Superdownloads.
Quem optar pelo Gparted encontrará tanto opções simples quanto avançadas para o processo de formatação e particionamento de disco. O programa executa a formatação nos formatos mais populares, como FAT 16, FAT 32, NTFS e EXT, e permite o redimensionamento, renomeação e exclusão de partições já existentes, além de executar testes em busca de erros no HD.
FAT 32 ou NTFS?
Os formatos FAT 32 e NTFS são os mais usados actualmente. Quem não conhece as diferenças entre os dois tem chances de escolher o errado. A principal diferença é que um HD formatado no sistema FAT 32 suporta arquivos de no máximo 4 GB, o que significa que será impossível assistir aquele filme ripado em alta definição que está na Internet e que ocupa cerca de 6 GB.
Ao contrário do FAT 32, no NTFS não há limitação no tamanho dos arquivos que são salvos no HD. Ele também possui maior nível de segurança e suporta partições de até 2 TB em um único disco, além de ser mais rápido.
Como particionar com o Gparted.
Baixe o Gparted no Superdownloads e grave-o em um disco utilizando uma ferramenta para gravação em imagens ISO. O Nero 9   , o CDBurnerXP   e  o ImgBurn cumprem com eficácia esta etapa. Com o disco pronto, você deverá inseri-lo no drive reiniciar o computador, configurado para dar o Boot pelo CD.
O sistema operacional não será carregado, mas sim a ferramenta do Gparted. Antes de usá-lo no ambiente gráfico, é preciso configurá-lo de acordo com suas preferências, como linguagem e modelo de teclado. Opções simples, mas importantes.







     Tela Principal Do Gparted
Após a configuração, o Gparted exibirá uma representação gráfica do disco rígido, com todas as partições. Os botões New e Delete adicionam novas partições e apagam as já existentes, respectivamente.
Para modificar o tamanho, basta clicar em Rezise/Move. Uma nova janela aparecerá, a partir da qual o usuário poderá modificar o tamanho das partições clicando nas setas laterais, ou então digitar manualmente o valor nos campos disponíveis.
Matérias Relacionadas

FORMATAÇÃO DO HD: QUANDO FAZER?

Quando nada funciona e o computador para de funcionar, o jeito é formatar o disco rígido. Saiba quais procedimentos tomar antes de formatar e tenha o sistema em ordem novamente.
Uma solução popularmente recomendada por técnicos e entendidos de informática para problemas no computador é a formatação do disco rígido. Esta é uma prática radical, já que a formatação apaga todos os arquivos do HD para que o usuário possa reinstalar novamente o seu sistema operacional.


Ela é indicada para quando o computador apresenta diversos erros constantes, além da instabilidade geral. Isto ocorre por diversos motivos, entre eles, quando instalamos e desinstalamos programas em série, quando o computador é atacado por vírus, ou até mesmos por más práticas de uso do sistema.


 




Quando nem mesmo programas de manutenção geral do Windows dão jeito no sistema, como o C Cleaner, que elimina o lixo do registo, e o JKDEFRAGGUI, que faz a desfragmentação do HD, é a hora certa de formatá-lo e começar do zero.
OS CUIDADOS PRÉ FORMATAÇÃO
Antes de pensar em formatar seu computador, tenha em mente que este é o último recurso. O ideal é sempre evitá-lo, pois há alguns cuidados importantes que devemos ter antes e depois da formatação.
Quando o computador apresentar erros constantes, como congelamento ou a famosa "tela azul da morte", verifique se eles são decorrentes de hardware, como memória RAM ou cooler. Passe uma borracha comum nos pentes de memória para eliminar alguma sujeira e trabalhe com a CPU aberta por um momento. Verifique se o cooler não para de funcionar. Caso esteja tudo bem com a parte de hardware, é hora de partir para a formatação.


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Tela azul da morte: um dos motivos para a formatação
Para aqueles quem possuem arquivos importantes, é necessário gravá-los antes de apagar por completo o disco rígido. Grave-os em um DVD ou passe-os para um disco rígido externo, afinal, ninguém vai querer baixar

novamente toda a instalação do sistema. Não se esqueça também de salvar os favoritos do navegador.
Outro procedimento essencial é reservar o CD da placa mãe para instalar os drivers primários do computador ao final da formatação do disco rígido. A alternativa é utilizar o DriverMax, programa útil e que realiza o backup de todos os drivers já instalados no computador.

GABINETE (INFORMÁTICA)

Nota: Para outros significados de gabinete, veja gabinete.
Um gabinete do tipo "torre" com design moderno. Possui DVD-ROM, drive de CD-RW e drive de disquete. Os painéis em cinza são capas que podem ser removidas para se colocar novos drives. O botão de ligar ("power") fica na direita, ao lado do drive de disquete.
O gabinete, torre de computador ou caixa de computador (não confundir com CPU), é uma caixa, normalmente de metal, que aloja o computador. Existem vários padrões de gabinete no mercado, sendo que os mais comuns são AT e ATX. O formato do gabinete deve ser escolhido de acordo com o tipo de placa-mãe do micro
Classificação
Quanto ao tipo, o gabinete pode ser Desktop AT e Desktop ATX, Gabinete AT e Gabinete ATX.
Gabinete "deitado"
É usado na posição horizontal (como o vídeo cassete). Sua característica é que ocupa pouco espaço em uma mesa, pois pode ser colocado sob o monitor. Uma desvantagem é que normalmente possui pouco espaço para a colocação de novas placas e periféricos. Outra desvantagem é a dificuldade na manutenção deste tipo de equipamento, mas em alguns casos os ganhos de espaço podem ser mais importantes que outras considerações.
Mini-torre

É usado na posição vertical (torre). É o modelo mais usado. Uma das desvantagens é o espaço ocupado em sua mesa, a outra é que tem pouco espaço para colocar outras placas e periféricos. Utiliza fonte de alimentação padrão ATX.
Torre
Possui as mesmas características do mini-torre, mas tem uma altura maior e mais espaço para instalação de novos periféricos. Muito Sado em servidores de rede e com placas que requerem uma melhor refrigeração.
 Utiliza fonte de alimentação padrão ATX.
SFF
É o acronimo de Small Form Factor, ou seja um gabinete de tamanho reduzido que pode ser utilizado na horizontal e na vertical mas não pode ser considerado um mini torre nem gabinete (deitado). Utiliza fonte de alimentação padrão SFX. Jordan
Refrigeração
Com a expansão da capacidade de processamento dos novos processadores, um problema surgiu: o super aquecimento; dando ao gabinete uma nova e importante função que é a refrigeração interna. Utilizam-se diversos artigos para proporcionar a saída do ar quente dos gabinetes, incluindo exaustores, que por padrão utilizam-se estes ventiladores fixados na direcção do cooler (ventilador) do processador, removendo o ar quente do mesmo para fora. Em gabinetes mais novos, são instalados dutos laterais como condutores do ar quente dos ventiladores de processadores para fora do computador.
O ATX (acrónimo para Advanced Technology Extended) é um padrão criado no ano de 1995 pela Intel[1] , abordando quatro grandes áreas de melhorias, maior facilidade de uso, melhor apoio para os atuais e futuros dispositivos de entrada e saída, melhor suporte para atuais e futuras tecnologias de processadores e redução de custo do sistema.
O padrão ATX corrigiu vários problemas relativos a irritações de seu padrão anterior, o AT, inúmeras revisões já foram feitas e atualmente o padrão encontra-se na versão 2.2[1]. Hoje em dia esse formato ainda é o mais usado nos computadores pessoais vendidos no mercado, mesmo com o lançamento do padrão BTX pela Intel em 2003[1], que é considerado seu sucessor.

Dentre todas as mudanças de padrão ocorridas em muitos anos, essa foi a primeira no que diz respeito a placa-mãe e design, praticamente houve a rotação de uma placa-mãe Baby AT em noventa graus dentro do gabinete[1], proporcionando uma nova montagem e nova configuração para o suprimento de energia.
Das modificações ocorridas pode-se destacar:
O processador foi descolado para longe dos slots de expansão, aumentando o espaço para inserção de periféricos;
Houve o acréscimo aos reguladores de tensão de 12 volts devido ao aumento do poder de processamento dos computadores atuais;
Conectores seriais e paralelos fixados na placa mãe e localizados na retaguarda do gabinete, reduzindo a quantia de cabos;
Conector de potência único e a prova de falhas;
Maior organização dos componentes internos facilitando a ventilação;
Melhor agenciamento de energia;
Placa-mãe

Uma placa-mãe ATX
A acessibilidade e facilidade de expansão e manutenção são grandes vantagens do padrão ATX. Para que isso se torne possível a placa-mãe deve seguir recomendações definidas pelo padrão e delimitar seu tamanho total entre 30,5 centímetros de largura por 24,4 centímetros de profundidade[1].
Em seu painel traseiro está presente um amontoado de conectores para dispositivos de entrada/saída, ele deve conter o tamanho entre 158,75 milímetros de largura e 44,45 milímetros de altura[1]. Conectores de teclado e mouse no formato PS/2, conector seriais e paralelos na maioria das vezes estão presentes nesse painel, mas também pode apresentar componentes onboard como placa de rede, placa de vídeo, placa de som, entradas USB e FireWire, todos ligados diretamente na placa-mãe, dispensando o uso de cabos.
Já para o processador, sua posição exata não é especificada, mas é recomendado que ele esteja localizado na parte traseira dos conectores de entrada/saída e para o lado direito do último slot de expansão, facilitando assim sua refrigeração e o acesso pelo usuário. Essa posição também facilita

 a instalação de placas de expansão, hoje o padrão ATX suporta até sete slots de expansão, que podem variar entre ISA, PCI, AGP, CNR, compartilhado ISA / PCI e compartilhado CNR / PCI[1]. Também a direita do último slot de expansão devem se localizar os soquetes de memória, cuidando para que esteja suficientemente afastado borda da placa-mãe, para que facilite a limpeza e a actualização, podendo ser feita pelo próprio usuário.
Conectores de potência passaram a possuir formatos que impeçam a colocação errada garantindo mais segurança na instalação. Não há uma localização exata para eles, recomenda-se para conector de potência que sua posição seja mais a direita entre o processador e a borda da placa-mãe, cuidando o espaço ocupado pelos possíveis periféricos inseridos nas baias do gabinete. Já o conector ATX12V deve estar localizado o mais próximo possível do regulador de tensão, garantindo assim uma energia mais limpa.
Para conectores entrada/saída de disquete, IDE, SCSI também não há uma localização exata ao longo da placa-mãe. Como recomendações devem estar próximo da borda frontal da placa e para o lado direito dos ‘’slots’’ de expansão. Essa localização deve visar à redução e organização dos cabos a partir de seus conectores até seu destino, as baias de periféricos.
Fonte de alimentação
Fonte de alimentação típica para gabinetes ATX
Quanto à fonte de alimentação, também houve melhoras significativas. A começar pelo conector principal de alimentação, ao contrário do padrão AT, não é possível encaixar o conector de forma invertida, proporcionando segurança na montagem.
O conector principal de alimentação da fonte do padrão AT possuía 12 pinos, já o conector do padrão ATX pode variar de 20 a 24 pinos. Nessa nova versão de conector principal de alimentação foi incluída a tensão de +3,3 V, eliminando a necessidade da placa-mãe derivar essa tensão de outra potência. A tabela abaixo mostra a relação dos pinos e sua respectiva tensão eléctrica:







 Conector ATX2.0
ATX - Conector principal de alimentação 24 Pinos( 20 pinos + 4 pinos(11,12 e 23,24) )
Tensão  Pino   Cor     Cor     Pino   Tensão
+3.3 V   1                                 13      +3.3 V
+3.3 V   2                                 14      -12 V
Terra
3                         15      Terra
+5 V       4                                 16      PS_ON
Terra
5                         17      Terra
+5 V       6                                 18      Terra
Terra
7                         19      Terra
Power OK        8                                 20      -5 V(opcional)
+5 VSB  9                                 21      +5 V
+12 V    10                              22      +5 V
+12 V    11                              23      +5 V
+3.3 V   12                              24      Terra
Cinco tipos de tensões são essências de uma fonte ATX:
+5 V: utilizada na alimentação de chips, como processadores, chipsets e módulos de memória;
-5 V: aplicada em dispositivos periféricos, como mouse e teclado;
+12 V: usada em dispositivos que contenham motores, como HDs (cujo motor é responsável por girar os discos) e drives de CD ou DVD (que possui motores para abrir a gaveta e para girar o disco);
-12 V: utilizada na alimentação de barramentos de comunicação, como o antigo ISA (Industry Standard Architecture).
+3,3 V: usada por chips (principalmente pelo processador), reduzindo o consumo de energia.


A fonte do padrão ATX passou a oferecer o recurso de desligamento via software, pois conta com um sinal TTL (Transistor-Transistor Logic) chamado Power Supply On (PS_ON). Quando o computador está em uso a placa-mãe mantêm um nível de tensão baixo para o PS_ON, já quando em desuso o nível de tensão do PS_ON permanece alto. Esse sinal de activação e desactivação pode partir de recursos como:
Soft On/Off: ativação e desativação da fonte via software.
Wake-on-LAN: ativação e desativação da fonte via placa de rede;
Wake-on-Modem: ativação e desativação da fonte via placa de fax modem;
O sinal PS_ON depende da existência do sinal 5VSB (Standby). Esse recurso proporciona o computador entrar em modo descanso, ou seja, permite que determinados circuitos sejam alimentados quando as tensões em corrente contínua estão suspensas, mantendo ativa apenas a tensão de 5 V. Com isso é possível o computador se manter ligado mesmo que placa de vídeo ou HD desativados.
O Power OK é um recurso já contido no padrão AT e presente no padrão ATX. Esse recurso funciona como uma proteção, sua função de comunicar que a fonte está funcionando corretamente, ou seja, operando com voltagens aceitáveis para o bom funcionamento e sem riscos de danificar algum componente do computador, caso esse sinal não exista ou seja interrompido, o computador geralmente desliga automaticamente.[2]
Dependendo do tipo de processador utilizado, a fonte pode ter outras configurações de conectores. Existem cinco versões modificadas do padrão ATX de fonte, utilizados em tipos especiais de processadores, que são:
WTX: Conector principal de 24 pinos, utilizado pelos processadores Pentium II, Pentium III, Xeon e Athlon MP.
AMD GES: Conector principal de 24 pinos, além de um conector secundário de 8 pinos, utilizados por alguns processadores Athlon de núcleo duplo.
ATX12V: Conector principal de 20 pinos, além de um conector secundário de 4 pinos e um conector terciário de 8 pinos, utilizado por processadores Pentium 4, Athlon MP e Athlon 64.
EPS12V: Conector principal de 24 pinos, além de conectores secundário e terciário de 8 pinos, utilizados por processadores Xeon e Opteron.
ATX12V 2.0: Conector principal de 24 pinos, além de um conector secundário de 4 pinos, utilizado por processadores Pentium 4 e Athlon 64.
Disco rígido
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Disco rígido moderno aberto.
Disco rígido , no Brasil popularmente chamado também de HD (derivação de HDD do inglês hard disk drive) ou winchester (termo em desuso), "memória de massa" ou ainda de "memória secundária" é a parte do computador onde são armazenados os dados. O disco rígido é uma memória não-volátil, ou seja, as informações não são perdidas quando o computador é desligado, sendo considerado o principal meio de armazenamento de dados em massa. Por ser uma memória não-volátil, é um sistema necessário para se ter um meio de executar novamente programas e carregar arquivos contendo os dados inseridos anteriormente quando ligamos o computador. Nos sistemas operativos mais recentes, ele é também utilizado para expandir a memória RAM, através da gestão de memória virtual. Existem vários tipos de discos rígidos diferentes: IDE/ATA, Serial ATA, SCSI, Fibre channel, SAS, SSD.
História do disco rígido

Um antigo disco rígido IBM.
O primeiro disco rígido foi construído pela IBM em 1956, e foi lançado em 16 de Setembro de 1957.[1] Era formado por 50 discos magnéticos contendo 50 000 setores, sendo que cada um suportava 100 caracteres alfanuméricos, totalizando uma capacidade de 5 megabytes, incrível para a época. Este primeiro disco rígido foi chamado de 305 RAMAC (Random Access Method of Accounting and Control) e tinha dimensões de 152,4 centímetros de comprimento, 172,72 centimetros de largura e 73,66

centímetros de altura.[1] Em 1973 a IBM lançou o modelo 3340 Winchester, com dois pratos de 30 megabytes e tempo de acesso de 30 milissegundos. Assim criou-se o termo 30/30 Winchester (uma referência à espingarda Winchester 30/30), termo muito usado antigamente para designar HDs de qualquer espécie. Ainda no início da década de 1980, os discos rígidos eram muito caros e modelos de 10 megabytes custavam quase 2 mildólares americanos, enquanto em 2009 compramos modelos de 1.5 terabyte por pouco mais de 100 dólares. Ainda no começo dos anos 80, a mesma IBM fez uso de uma versão pack de discos de 80 megabytes, usado nos sistemas IBM Virtual Machine. Os discos rigidos foram criados originalmente para serem usados em computadores em geral. Mas no século 21 as aplicações para esse tipo de disco foram expandidas e agora são usados em câmeras filmadoras, ou camcorders nos Estados Unidos; tocadores de música como Ipod, mp3 player; PDAs; videogames, e até em celulares. Para exemplos em videogames temos o Xbox360 e o Playstation 3, lançados em 2005 e 2006 respectivamente, com esse diferencial, embora a Microsoft já tivesse lançado seu primeiro Xbox (em 2001) com disco rígido convencional embutido. Já para celular os primeiros a terem esse tecnologia foram os da Nokia e da Samsung.[2] E também devemos lembrar que atualmente o disco rigido não é só interno, existem também os externos, que possibilitam o transporte de grandes quantidades de dados entre computadores sem a necessidade de rede.
Como os dados são gravados e lidos

Interior de um HD
Os discos magnéticos de um disco rígido são recobertos por uma camada magnética extremamente fina. Na verdade, quanto mais fina for a camada de gravação, maior será sua sensibilidade, e conseqüentemente maior será a densidade de gravação permitida por ela. Poderemos, então, armazenar mais dados num disco do mesmo tamanho, criando HDs de maior capacidade. Os primeiros discos rígidos, assim como os discos usados no início da década de 80, utilizavam a mesma tecnologia de mídia magnética utilizada em disquetes, chamada coated media, que além de permitir uma baixa densidade de gravação, não é muito durável. Os discos atuais já utilizam mídia laminada (plated media), uma mídia mais densa, de qualidade muito superior, que permite a enorme capacidade de armazenamento dos

discos modernos. A cabeça de leitura e gravação de um disco rígido funciona como um eletroímã semelhante aos que estudamos nas aulas de ciências e física do colegial, sendo composta de uma bobina de fios que envolve um núcleo de ferro. A diferença é que, num disco rígido, este eletroímã é extremamente pequeno e preciso, a ponto de ser capaz de gravar trilhas medindo menos de um centésimo de milímetro de largura. Quando estão sendo gravados dados no disco, a cabeça utiliza seu campo magnético para organizar as moléculas de óxido de ferro da superfície de gravação, fazendo com que os pólos positivos das moléculas fiquem alinhados com o pólo negativo da cabeça e, conseqüentemente, com que os pólos negativos das moléculas fiquem alinhados com o pólo positivo da cabeça. Usamos, neste caso, a velha lei "os opostos se atraem". Como a cabeça de leitura e gravação do HD é um eletroímã, sua polaridade pode ser alternada constantemente. Com o disco girando continuamente, variando a polaridade da cabeça de gravação, variamos também a direção dos pólos positivos e negativos das moléculas da superfície magnética. De acordo com a direção dos pólos, temos um bit 1 ou 0 (sistema binário).
Para gravar as sequências de bits 1 e 0 que formam os dados, a polaridade da cabeça magnética é mudada alguns milhões de vezes por segundo, sempre seguindo ciclos bem determinados. Cada bit é formado no disco por uma seqüência de várias moléculas. Quanto maior for a densidade do disco, menos moléculas serão usadas para armazenar cada bit, e teremos um sinal magnético mais fraco. Precisamos, então, de uma cabeça magnética mais precisa. Quando é preciso ler os dados gravados, a cabeça de leitura capta o campo magnético gerado pelas moléculas alinhadas. A variação entre os sinais magnéticos positivos e negativos gera uma pequena corrente elétrica que caminha através dos fios da bobina. Quando o sinal chega à placa lógica do HD, ele é interpretado como uma seqüência de bits 1 e 0. Desse jeito, o processo de armazenamento de dados em discos magnéticos parece ser simples, e realmente era nos primeiros discos rígidos (como o 305 RAMAC da IBM), que eram construídos de maneira praticamente artesanal. Apesar de nos discos modernos terem sido incorporados vários aperfeiçoamentos, o processo básico continua sendo o mesmo.




Formatação do disco
Ver artigo principal: Formatação

Disco rígido instalado em um computador padrão.
A formatação de um disco magnético é realizada para que o sistema operacional seja capaz de gravar e ler dados no disco, criando assim estruturas que permitam gravar os dados de maneira organizada e recuperá-los mais tarde.
Existem dois tipos de formatação, chamados de formatação física e formatação lógica. A formatação física é feita na fábrica ao final do processo de fabricação, que consiste em dividir o disco virgem em trilhas, setores, cilindros e isola os bad blocks (danos no HD). Estas marcações funcionam como as faixas de uma estrada, permitindo à cabeça de leitura saber em que parte do disco está, e onde ela deve gravar dados. A formatação física é feita apenas uma vez, e não pode ser desfeita ou refeita através de software. Porém, para que este disco possa ser reconhecido e utilizado pelo sistema operacional, é necessária uma nova formatação, chamada de formatação lógica. Ao contrário da formatação física, a formatação lógica não altera a estrutura física do disco rígido, e pode ser desfeita e refeita quantas vezes for preciso, através do comando Format do DOS, por exemplo. O processo de formatação é quase automático; basta executar o programa formatador que é fornecido junto com o sistema operacional.
[editar] Exemplos de sistema de arquivos
Os sistemas de arquivos mais conhecidos são os utilizados pelo Microsoft Windows: NTFS e FAT32 (e FAT ou FAT16). O FAT32, às vezes referenciado apenas como FAT (erradamente, FAT é usado para FAT16), é uma evolução do ainda mais antigo FAT16 introduzida a partir do MS-DOS 4.0. No Windows 95 ORS/2 foi introduzido o FAT32 (uma versão “debugada” do Windows 95, com algumas melhorias, vendida pela Microsoft apenas em conjunto com computadores novos). A partir do Windows NT, foi introduzido um novo sistema de arquivos, o NTFS, que é mais avançado do que o FAT (em nível de segurança, sacrificando algum desempenho), sendo o recurso de permissões de arquivo (sistemas multi-usuário), a mais notável diferença, inexistente nos sistemas FAT e essencial no ambiente empresarial (e ainda a inclusão do metadata), além dos recursos de criptografia e compactação de arquivos.

Em resumo, versões antigas, mono-usuário, como Windows 95, 98 e ME, trabalham com FAT32 (mais antigamente, FAT16). Já versões novas, multi-usuário, como Windows XP e Windows 2000, trabalham primordialmente com o NTFS, embora o sistema FAT seja suportado e você possa criar uma partição FAT nessas versões. No mundo Linux, há uma grande variedade de sistemas de arquivos, sendo alguns dos mais comuns o Ext2, Ext3 e o ReiserFS. O FAT e o NTFS também são suportados tanto para leitura quanto para escrita. No Mundo BSD, o sistema de arquivos é denominado FFS (Fast File System), derivado do antigo UFS (Unix File System). Em 2009, encontramos um novo tipo de sistema de arquivo chamado NFS (Network File System), o qual possibilita que HDs Virtuais sejam utilizadas remotamente, ou seja, um servidor disponibiliza espaço através de suas HDs físicas para que outras pessoas utilizem-nas remotamente como se ela estivesse disponível localmente. Um grande exemplo desse sistema encontramos no Google ou no 4shared, com espaços disponíveis de até 5 GB.
Setor de boot
Quando o computador é ligado, o POST (Power-on Self Test), um pequeno programa gravado em um chip de memória ROM na placa-mãe, que tem a função de “dar a partida”, tentará inicializar o sistema operacional. Independentemente de qual sistema de arquivos se esteja usando, o primeiro setor do disco rígido será reservado para armazenar informações sobre a localização do sistema operacional, que permitem ao BIOS "achá-lo" e iniciar seu carregamento.
Uma seção transversal da superfície magnética em ação. Neste caso, os dados binários são codificados utilizando modulação de freqüência.
No setor de boot é registrado onde o sistema operacional está instalado, com qual sistema de arquivos o disco foi formatado e quais arquivos devem ser lidos para inicializar o computador. Um setor é a menor divisão física do disco, e possui na grande maioria das vezes 512 Bytes (nos CD-ROMs e derivados é de 2048 Bytes). Um cluster, também chamado de agrupamento, é a menor parte reconhecida pelo sistema operacional, e pode ser formado por vários setores. Um arquivo com um número de bytes maior que o tamanho do cluster, ao ser gravado no disco, é distribuído em vários clusters. Porém, um cluster não pode pertencer a mais de um arquivo. Um único setor de 512 Bytes pode parecer pouco, mas é suficiente para

armazenar o registro de boot devido ao seu pequeno tamanho. O setor de boot também é conhecido como "trilha MBR", "trilha 0' etc. Como dito, no disco rígido existe um setor chamado Trilha 0, e nele está gravado o (MBR) (Master Boot Record), que significa "Registro de Inicialização Mestre", um estilo de formatação, onde são encontradas informações sobre como está dividido o disco (no sentido lógico)e sobre a ID de cada tabela de partição do disco, que dará o boot. O MBR é lido pelo BIOS, que interpreta a informação e em seguida ocorre o chamado "bootstrap", "levantar-se pelo cadarço", lê as informações de como funciona o sistema de arquivos e efetua o carregamento do sistema operacional. O MBR e a ID da tabela de partição ocupam apenas um setor de uma trilha, o restante dos setores desta trilha não são ocupados, permanecendo vazios, servindo como área de proteção do MBR. É nesta mesma área que alguns vírus (Vírus de Boot) se alojam.
Disquetes, Zip-disks e CD-ROMs não possuem MBR; no entanto, possuem tabela de partição, no caso do CD-ROMs e seu descendentes (DVD-ROM, HDDVD-ROM, BD-ROM...) possuem tabela própria, podendo ser CDFS (Compact Disc File System) ou UDF (Universal Disc Format) ou, para maior compatibilidade, os dois; já os cartões de memória Flash e Pen-Drives possuem tabela de partição e podem ter até mesmo MBR, dependendo de como formatados. O MBR situa-se no primeiro setor da primeira trilha do primeiro prato do HD (setor um, trilha zero, face zero, prato zero). O MBR é constituído pelo bootstrap e pela tabela de partição. O bootstrap é o responsável por analisar a tabela de partição em busca da partição ativa. Em seguida, ele carrega na memória o Setor de Boot da partição. Esta é a função do bootstrap.

Diagrama de um HD para computador.
A tabela de partição contém informações sobre as partições existentes no disco. São informações como o tamanho da partição, em qual trilha/setor/cilindro ela começa e termina, qual o sistema de arquivos da partição, se é a partição ativa; ao todo, são dez campos. Quatro campos para cada partição possível (por isso, só se pode ter 4 partições primárias, e é por isso também que foi-se criada a partição estendida...), e dez campos para identificar cada partição existente. Quando acaba o POST, a instrução INT 19 do BIOS lê o MBR e o carrega na memória, e é executado o bootstrap. O bootstrap vasculha a tabela de partição em busca da partição ativa, e em

seguida carrega na memória o Setor de Boot dela. A função do Setor de Boot é a de carregar na memória os arquivos de inicialização do sistema operacional. O Setor de Boot fica situado no primeiro setor da partição ativa.
Capacidade do disco rígido
A capacidade de um disco rígido atualmente disponível no mercado para uso doméstico/comercial varia de 10 a 2000 GB, assim como aqueles disponíveis para empresas, de até 2 TB. O HD evoluiu muito. O mais antigo possuía 5 MB (aproximadamente 4 disquetes de 3 1/2 HD), sendo aumentada para 30 MB, em seguida para 500 MB (20 anos atrás), e 10 anos mais tarde, HDs de 1 a 3 GB. Em seguida lançou-se um HD de 10 GB e posteriormente um de 15 GB. Posteriormente, foi lançado no mercado um de 20 GB, até os actuais HDs de 60GB a 1TB. As empresas usam maiores ainda: variam de 40 GB até 2 TB, mas a Seagate em 2010 lançou um HD de 200 TB (sendo 50 TB por polegada quadrada, contra 70 GB dos HD's até em então).
No entanto, as indústrias consideram 1 GB = 1000 * 1000 * 1000 bytes, pois no Sistema Internacional de Unidades (SI), que trabalha com potências de dez, o prefixo giga quer dizer * 10003 ou * 109 (bilhões), enquanto os sistemas operacionais consideram 1 GB = 1024 * 1024 * 1024 bytes, já que os computadores trabalham com potências de dois e 1024 é a potência de dois mais próxima de mil. Isto causa uma certa disparidade entre o tamanho informado na compra do HD e o tamanho considerado pelo Sistema Operacional, conforme mostrado na tabela abaixo. Além disso, outro fator que pode deixar a capacidade do disco menor do que o anunciado é a formatação de baixo nível (formatação física) com que o disco sai de fábrica.
Informado na Compra       Considerado pelo Sistema
10 GB    9,31 GB
15 GB    13,97 GB
20 GB    18,63 GB
30 GB    27,94 GB
40 GB    37,25 GB
80 GB    74,53 GB
120 GB 111,76 GB
160 GB 149,01 GB
200 GB 186,26 GB
250 GB 232,83 GB
300 GB 279,40 GB
500 GB 465,66 GB
750 GB 698,49 GB
1 TB       931,32 GB
1.5 TB   1.396,98 GB
2 TB       1.862,64 GB
3 TB       2.793,96 GB
4 TB       3.725,29 GB
Todos os valores acima são aproximações
Toda a vez que um HD é formatado, uma pequena quantidade de espaço é marcada como utilizada.
Serial ATA Esta página ou seção carece de contexto (desde janeiro de 2010) Este artigo não possui um contexto definido, ou seja, não explica de forma clara e dire(c)ta o tema que aborda. Se souber algo sobre o assunto edite a página/seção e explique de forma mais clara e objetiva o tema abordado.
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Cabo de alimentação para drives Serial ATA.
Slot Serial ATA em uma placa-mãe.
Serial ATA, SATA ou S-ATA (acrônimo para Serial Advanced Technology Attachment) é uma tecnologia de transferência de dados entre um computador e dispositivos de armazenamento em massa (mass storage devices) como unidades de disco rígido e drives ópticos.
É o sucessor da tecnologia ATA (acrônimo de Advanced Technology Attachment também conhecido como IDE ou Integrated Drive Electronics) que foi renomeada para PATA (Parallel ATA) para se diferenciar de SATA.
Diferentemente dos discos rígidos IDE, que transmitem os dados através de cabos de quarenta ou oitenta fios paralelos, o que resulta num cabo enorme, os discos rígidos SATA transferem os dados em série. Os cabos Serial ATA são formados por dois pares de fios (um par para transmissão e outro par para recepção) usando transmissão diferencial, e mais três fios terra, totalizando 7 fios,[1] o que permite usar cabos com menor diâmetro que não interferem na ventilação do gabinete.
As principais vantagens sobre a interface parallel ATA são: maior rapidez em transferir os dados, possibilidade de remover ou acrescentar

dispositivos enquanto em operação (hot swapping) e utilização de cabos mais finos que permitem o resfriamento de ar de forma mais eficiente.
Advanced Host Controller Interface
O padrão de interface dos controladores SATA é AHCI (Advanced Host Controller Interface) que permite a utilização de recursos avançados, como o SATA hot plug e NCQ (Native Command Queuing), sejam ativados quando o AHCI não está conectado no chipset da placa-mãe. Isso porque os controladores SATA, normalmente funcionam em emulação "IDE", cuja função não permite que os recursos do dispositivo sejam acessados, pois o padrão ATA/IDE não suporta. Os controladores de dispositivos de drivers do Windows são rotulados como SATA, mas funcionam normalmente na emulação do modo IDE, exceto se forem expressos como AHCI. Enquanto que os drivers incluídos com o Windows XP não suportam AHCI devido ter sido implementada por proprietários controladores de dispositivos. As versões atuais do Windows Vista, Mac OS X e Linux [1] têm suporte nativo para AHCI.

Características
Cabo de dados serial para conexão com um disco rígido.
O padrão Serial ATA usa o esquema de codificação conhecido como 8B/10B, também usado na Fast Ethernet.
Hot swapping - pode ser trocado a "quente", ou seja, enquanto está ligado.
Capacidade de reconhecer os dispositivos de imediato após serem conectados.
Ligação de dispositivos exteriores.
A atual especificação SATA pode apoiar as taxas de transferência de dados tão elevadas quanto 3,0 Gbit / s por aparelho.
SATA usa apenas 4 sinais de linhas.
Os cabos são mais compactos e mais baratos do que PATA.
SATA suporta hot-swap e NCQ.
Existe um conector especial (eSATA) especificado para dispositivos externos e, opcionalmente implementado como uma provisão para clips, com o objetivo de assegurar que as conexões internas fiquem firmemente no lugar.
Os drives SATA podem ser conectados em SAS (Serial Attached SCSI) e comunicar-se ao mesmo cabo físico em discos nativos do SAS, mas os controladores SATA não podem manipular discos do SAS.
Throughput
Função dos pinos de um cabo Serial ATA, onde A e B representam os dois canais separados usados para a transmissão de dados diferencial.
A primeira geração Serial-ATA, também conhecida como SATA/150 ou mesmo SATA I, funciona em 1,5 gigahertz. A transferência de dados é de 1,2 gigabits por segundo ou 150 megabytes por segundo, o que permite cabos mais longos do que os antigos cabos IDE ou ATA/133.

HD Serial ATA da Samsung.
Com o lançamento do chipset NVIDIA nForce4 em 2004 a taxa de clock dos Discos Rígidos SATA foi duplicada chegando a 3.0 GHz com uma transferência máxima de 300 MB/s. SATA II é geralmente compatível com SATA I, tanto de SATA II para SATA I quanto ao contrário, o que permite usar os mesmos plugs e os mesmos cabos. No entando alguns sistemas não suportam a velocidade SATA II e a velocidade do clock deve ser limitada manualmente para 150 Mb/s por meio de um jumper. A tecnologia SATA II também é conhecida como SATA/300. Abaixo uma tabela com o resumo das características de velocidade do padrão.
Características           SATA 1.5 Gb/s      SATA 3 Gb/s
Frequência
1500 MHz
3000 MHz
Bits/clock
1  1
Codificação 8B/10B
80%       80%
bits/Byte
8  8
Velocidade máxima teórica         150 MB/s
300 MB/s
SATA 1.5 Gbit/s
Interfaces SATA de primeira geração, também conhecidas como SATA/150 ou não oficialmente como SATA 1, que se comunicam a uma taxa de 1,5 gigabits por segundo (Gbit / s). Tendo em conta as codificações gerais

8b10b, cuja taxa real de transferências não codificadas é de 1.2 Gbit/s, ou 1200 megabits por segundo (Mbit / s). A teórica ruptura throughput de SATA/150 é semelhante ao de PATA / 133, mas os mais recentes dispositivos SATA oferecem acessórios como NCQ que melhoram o desempenho em um ambiente multitarefa. As taxas de transferência de dados são limitadas por processos mecânicos de discos rígidos por eles mesmos, e não as interfaces: o mais rápido e moderno desktop hard drives transfere dados no máximo, 120 MB / s , que está bem dentro das potencialidades especificadas na mais antiga PATA/133.
Durante o período inicial após a finalização e adaptação de SATA/150 's, e fabricação do drive usando um "bridge chip" para converter designs existentes no PATA para uso com a interface SATA. Os drives tem uma conexão SATA e podem incluir ambos os tipos de power connectors, e geralmente executam identicamente aos seus equivalentes PATA. Na maioria das características específicas falta suporte de SATA, tais como NCQ. Produtos Bridge que davam gradativamente uma função a nativa SATA.
SATA 3.0 Gbit/s
Logo após a introdução de SATA/150 uma série de falhas foram observadas. No mesmo nível da aplicação SATA só poderia tratar uma transação pendente em um momento, como PATA; a interface SCSI há muito tempo aceita vários pedidos pendentes e, de prestação de serviços na ordem resposta que minimiza o tempo. Este recurso, NCQ (Native Command Queuing), foi aprovado como um recurso opcional apoiado por SATA 1,5 Gbit / s SATA e 3,0 Gbit / s dispositivos.
Os dispositivos da primeira geração SATA, na melhor das hipóteses era pouco mais rápida que os dispositivos parallel ATA/133 . Com o acréscimo de 3 Gbit /s, a taxa de sinalização foi acrescentada à Physical layer (PHY layer), duplicando eficazmente o máximo lançamento de dados (throughput) de 150 MB / s para 300 MB / s. Com a taxa de transferência SATA/300 's espera-se satisfazer as exigências de lançamentos de drives (throughput) em algum tempo. Os discos rígidos mais rápidos desktop, mal preenchem um link SATA/150. Um cabo de dados SATA classificado para 1,5 Gbit / s irá assegurar a segunda geração atual de dispositivos SATA 3,0 Gbit / s, sem qualquer perda de rebentar a transferência dos dados sustentados e desempenhados.


A Compatibilidade inversa entre os controladores SATA 1,5 Gbit / s e os dispositivos SATA 3,0 Gbit / s foi importante, por isso a seqüência da auto-negociação SATA/300 's é projetada para cair a velocidade SATA/150 (taxa de 1,5 Gbit / s), quando em comunicação com tais dispositivos. Na prática, alguns dos mais antigos controladores SATA não aplicam corretamente velocidade negociada de SATA. Sistemas atingidos requerem que o utilizador possa definir os periféricos de SATA 3,0 Gbit / s para o modem 1,5 Gbit / s, geralmente através do uso de um jumper. Chipsets são conhecidos por ter esta falha e inclui o VIA VT8237 e VT8237R south bridges, e os controladores autônomos de chipsets, VIA VT6420 e VT6421L SATA; SiS's 760 e 964 inicialmente exibiram também este problema, embora possa ser corrigido com uma atualização no controlador ROM SATA.
SATA II Misnomer
A especificação dos 3,0 Gbit / s foi amplamente referida como "Serial ATA II" ( "SATA II" ou "SATA2"), contra a vontade da Organização Internacional do Serial ATA (SATA-IO) que define a norma. SATA II foi originalmente o nome de uma comissão que define normas atualizadas SATA, da qual o padrão 3 Gbit / s era apenas um. No entanto, uma vez que foi um das mais proeminentes características definidas pela comissão ex-SATA II, Este nome tornou-se sinônimo padrão de 3 Gbit / s, de modo que o grupo tenha mudado tais nomes, para a Organização Internacional Serial ATA, ou SATA-IO, para evitar futuras confusões.
SATA 6.0 Gbit/s
O roteiro do SATA inclui planos para o padrão de 6,0 Gbit / s. Nos PCs atuais, SATA 3,0 Gbit / s que já excede largamente as rupturas não sustentáveis (non-burst) de taxas de transferência, dos discos rígidos mais rápidos. O padrão dos 6,0 Gbit / s é útil no momento de combinação com a port multipliers, que permitem que os dispositivos múltiplos sejam ligados a uma única porta Serial ATA, partilhando assim com múltiplos drives. O Solid-state drives pode também um dia fazer uso da mais rápida taxa de transferência.

CABOS E CONECTORES
A esquerda um cabo SATA, e a direita um cabo e SATA.

 
Os conectores e cabos são as partes mais visíveis da diferença entre SATA e os drives Parallel ATA. Ao contrário PATA, os mesmos são utilizados em conectores 3.5-in (90 mm) nos discos rígidos SATA, para computadores desktop e servidor e 2.5-in (70 mm), discos para computadores portáteis ou pequenos, o que permitem 2,5 drives para serem usados em computadores desktop sem a necessidade de cabos adaptadores (montando um adaptador que ainda seja necessário montar um drive firmemente).
Os power connectors SATA e os conectores de dados foram criticados pela sua fragilidade e robustez pobre - e tops de plástico fino para conexão (power conectors ver a foto à direita)o qual pode facilmente quebrar devido à força, quando o usuário puxa o plugue em um ângulo não-ortogonal, isso porque os conectores podem ligá-los à drives. No caso de um conector quebrar em um disco rígido, isto poderia resultar em uma perda completa de acesso a todos os dados armazenados no disco rígido.
Dados
O padrão SATA define um cabo de dados com sete condutores (3 terras e 4 linhas de dados activadas em dois pares) e com conectores wafer de 8 mm de largura em cada extremidade. Os cabos SATA podem ser de até 1 m (39 in) de comprimento, ligando um soquete da placa-mãe a uma unidade de disco rígido. Em comparação PATA ribbon cable, que conecta um socket da placa-mãe até dois discos rígidos, carregando 40 - ou 80 fios-condutores, limitados a 45 cm (a 18 in) na extensão pela especificação PATA (entretanto, cabos de até 90 centímetros (a 36) estão facilmente disponíveis). Assim, cabos e conectores SATA são mais fáceis para se encaixar em espaços fechados e reduzir os obstáculos para o ar frio (air cooling). Eles são mais susceptíveis à quebra acidental e delegável do que PATA, mas os cabos podem ser adquiridos por um "bloqueio" característico, segundo a qual uma pequena mola (normalmente metais) prende o plugue no soquete.
O Parallel ATA utiliza sinais únicos de acabamento (single-ended signalling). Neste sistema, o ruído combina com os sinais dados durante a transmissão. O ruído provoca interferência significativa com os sinais dados em alta velocidade. A fim de reduzir o ruído de interferências; a tensão de condução Parallel ATA é tão elevada como 5 volts. Apesar da maior tensão reduzir o ruído interferência, 5 volts é demasiadamente elevado para a alta velocidade de dispositivos modernos de silício. Assim, o custo de fabricação de condução ICs é mais elevado, cuja a velocidade é limitada em comparação com baixa tensão de circuitos s de silício integrado.
Em comparação, o uso sistemas SATA de um diferencial de sinalização (differential signaling). Neste sistema, é fácil filtrar para fora o ruído do sinal dos dados na extremidade de recepção. O sistema SATA permite maior rejeição do ruído, usando apenas 500 mV pico-a-pico de tensão diferencial para transportar o sinal em alta velocidade sem distorção ou ruído interferência.
Em comparação com tensão 5 V na condução ribbon cables PATA, os cabos SATA de 0,5 V, na teoria, tornam o sistema SATA muito mais poderoso e eficiente. Porém, a maioria dos chipsets SATA precisam significativamente mais energia do que os chipsets PATA, devido à rapidez exigida na codificação por fio.
Potência
O padrão específico SATA tem um novo conector de força. Como o cabo de dados, ele é wafer-based, mas seu pino-15 mais largo impede que acidentalmente seja forçado uma inserção do tipo errado de conector. Os dispositivos SATA favorecem naturalmente o conector de força SATA ao longo dos conhecidos conectores Molex de 4 pinos (encontrado em todo o equipamento PATA), contudo algumas unidades SATA mantém conectores Molex ultrapassados de 4 pinos.
Há mais pinos do que o conector tradicional por várias razões:
Uma terceira tensão é fornecida - 3.3 V - além da tradicional 5 V, e 12 V.
Cada tensão é fornecida por três pinos ligados juntos - porque os pinos pequenos sozinhos não podem fornecer a corrente suficiente para alguns dispositivos.
Para cada uma das três tensões, um dos três pinos é usado para hotplugging.
A terra é fornecida por cinco pinos ligados.
Pino 11 é utilizado em drives mais novos para staggered spinup.
Os adaptadores disponíveis para converter um conector Molex de 4 pinos a uma conexão de alimentação SATA.
Entretanto porque os conectores Molex de 4-pinos não fornecem um power, estes adaptadores de 3.3 V fornecem energia de apenas 5 V e 12 V, deixando as linhas de 3.3 V desligadas. Isso impede a utilização de tais adaptadores exigidos pelos drivers de 3,3 V.

Compreendendo isto, os fabricantes de drivers têm deixado os pinos de 3,3 V desligados.
No entanto, sem potência de 3.3 V, o dispositivo SATA não é capaz de aplicar os hotplugging mencionado no parágrafo anterior.
Topologia
SATA é uma arquitectura ponto a ponto. A ligação é directa entre o controlador e o dispositivo de armazenamento.
Em um PC moderno, o controlador SATA é normalmente encontrado na placa-mãe, ou instalado em um slot PCI. Alguns controladores SATA podem ter múltiplas portas SATA e pode ser ligado a vários dispositivos de armazenamento. Há também o expansor de porta que possibilita que os dispositivos de múltiplo armazenamento sejam conectados a uma única porta do controlador SATA.
Codificação
Estes protocolos de transmissão de alta velocidade usam uma codificação lógica conhecida como 8b10b. O sinal é enviado usando o NRZ (Non-return to Zero) que codifica a LVDS (Low Voltage Differential Signaling).
A codificação e sincronização do sinal no 8b10b são incluídas na sequência dos dados. Esta técnica é conhecida como recuperação dos dados do relógio (Clock Data Recovery), porque ela não usa um sinal separado de sincronização. Em vez disso, ela usa o serial do sinal de 0 a 1 transição para recuperar o sinal do relógio.
Armazenamento Externo Visando o mercado de consumo armazenamento externo, e SATA entra no mercado já servido pela interface USB e FireWire. É provável que e SATA venha acompanhado com USB 2,0 e FireWire external storage por várias razões. Tal como no início de 2008 a grande maioria do mercado de massa de computadores têm portas USB e muitos computadores e aparelhos eletroeletrônicos têm portas FireWire, mas poucos têm dispositivos externos SATA.
A partir do segundo semestre de 2008, SATA-IO espera e SATA, para fornecer energia a e SATA dispositivos, sem a necessidade de um conector de força adicional, separado.
Antes de descobrir o padrão e SATA, houve uma série de produtos projectados para conexões externas de unidades SATA. Algumas destas utilizaram o conector SATA interno ou mesmo conectores destinados a

outros interfaces, tais como FireWire. Estes produtos não são como o padrão e SATA. A especificação final e SATA traz como características específicas um conector projectado para manuseio, semelhante ao conector SATA regular, mas com reforços em ambos os lados "macho e fêmea, inspirado pelo conector USB. É mais difícil de se desconectar, e com um conector exacta, consideravelmente, mais força é necessário para danificar o conector, e se ele quebrar, é provável que seja o lado fêmea, sendo um cabo de fácil substituição.
SATA e SCSI
SCSI, oferece actualmente taxas de transferência mais altas do que SATA, mas é um bus mais complexo geralmente tendo por resultado um custo mais elevado de produção. Alguns fabricantes do driver oferecem garantias mais longas para os dispositivos de SCSI, entretanto, indicando um controle de qualidade possivelmente mais elevado de produção dos dispositivos de SCSI comparados aos dispositivos de PATA/SATA. SCSI, SAS e FC drives são tipicamente mais caros por isso são tradicionalmente usados em servidores e arrays disco onde o alto custo é justificável. Unidades ATA e SATA evoluíram no mercado de computadores domésticos, daí a opinião geral é que eles são menos confiáveis. Como esses dois mundos começaram a sobreposição, o tema da confiabilidade se tornou um tanto controverso. Vale a pena notar que geralmente a unidade de disco tem uma baixa taxa de insucesso devido ao aumento de qualidade das suas cabeças, bandejas e suporte a processos de produção, não por causa de ter uma certa interface.











João Bernardo Simão
 


TABELA DE CONVERSIÓN - DECIMAL, HEXADECIMAL, OCTAL, BINARIO


Dec

Hex

Oct

Bin


0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
0
1
2
3
4
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AS CARACTERÍSTICAS DOS COMPUTADORES


Certamente as pessoas costumam a confundir as características do computador, gerações e equipamento físico do computador

Quando falamos de;
Mause, teclado monitor gabinete do CPU estamos a falar do equipamento físico do computador

Quando falamos de;
Pentium, Pentium II, Pentium III, Pentium IV estão a falar de gerações de computador.
Trata-se das características do computador quando se diz;

- Speed - velocidade (o computador tem uma velocidade em que ele processa as informações.)

- Storage - armazenamento (este tem a haver com a capacidade que o computador tem de armazenar as informações, ou os dados).

- Reliability - precisão o computador é sempre pontual só não é pontual quando esta estragado.

- Deligence paciência incansável, o computador quando tem boas capacidades ele é considerado incansável.

- Accuracy - exactidão, precisão

- Retriving - capacidade de recuperação o computador é capaz de recuperar as informações perdidas a dois ou a três anos.

- No fecling - não tem sentido.

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